HARPAS DEPENDURADAS
Às margens dos rios da Babilônia, nós nos assentávamos e chorávamos, lembrando-nos de Sião. Nos salgueiros que lá havia, pendurávamos as nossas harpas (Sl 137.1,2).

Os judeus que foram levados cativos para a Babilônia estavam desolados. Assentavam-se às margens dos rios da Babilônia não para traçar um plano de ação, mas para chorar.
Não para reconhecer seus pecados, mas para desejar a vingança contra seus opressores; não para entoar um cântico ao Senhor, mas para dependurar suas harpas.
Estavam tomados de tristeza e nostalgia. Moravam na saudade. Viviam de reminiscências. Perderam o entusiasmo pela vida. O cativeiro não foi um acidente, mas uma disciplina.
Deus alertou o povo reiteradas vezes para deixar seus pecados e se voltar para ele. A nação inteira, porém, com dura cerviz, não se inclinou diante de Deus. Por não ouvirem a voz da graça, receberam o chicote da disciplina.
Agora, estão sob o jugo pesado da escravidão. Estão onde não gostariam de estar, fazendo o que não gostariam de fazer, ouvindo o que não gostariam de ouvir. O símbolo desse desalento é que suas harpas, instrumentos de louvor a Deus, não estão mais em suas mãos, mas dependuradas nos salgueiros.
Cessaram os louvores, brotaram os queixumes. Cessaram os vivas de alegria e nasceram os gemidos ruidosos. Devemos precaver-nos, pois o tempo de louvar a Deus é agora. O tempo de viver em obediência é agora. É melhor atendermos à voz da Palavra de Deus para entoarmos nossos cânticos espontaneamente do que sermos convocados a cantar no cativeiro.
(Gotas de Alegria para a Alma)
BOM DIA!
Por Elenildo Gomes
Às margens dos rios da Babilônia, nós nos assentávamos e chorávamos, lembrando-nos de Sião. Nos salgueiros que lá havia, pendurávamos as nossas harpas (Sl 137.1,2).

Os judeus que foram levados cativos para a Babilônia estavam desolados. Assentavam-se às margens dos rios da Babilônia não para traçar um plano de ação, mas para chorar.
Não para reconhecer seus pecados, mas para desejar a vingança contra seus opressores; não para entoar um cântico ao Senhor, mas para dependurar suas harpas.
Estavam tomados de tristeza e nostalgia. Moravam na saudade. Viviam de reminiscências. Perderam o entusiasmo pela vida. O cativeiro não foi um acidente, mas uma disciplina.
Deus alertou o povo reiteradas vezes para deixar seus pecados e se voltar para ele. A nação inteira, porém, com dura cerviz, não se inclinou diante de Deus. Por não ouvirem a voz da graça, receberam o chicote da disciplina.
Agora, estão sob o jugo pesado da escravidão. Estão onde não gostariam de estar, fazendo o que não gostariam de fazer, ouvindo o que não gostariam de ouvir. O símbolo desse desalento é que suas harpas, instrumentos de louvor a Deus, não estão mais em suas mãos, mas dependuradas nos salgueiros.
Cessaram os louvores, brotaram os queixumes. Cessaram os vivas de alegria e nasceram os gemidos ruidosos. Devemos precaver-nos, pois o tempo de louvar a Deus é agora. O tempo de viver em obediência é agora. É melhor atendermos à voz da Palavra de Deus para entoarmos nossos cânticos espontaneamente do que sermos convocados a cantar no cativeiro.
(Gotas de Alegria para a Alma)
BOM DIA!
Por Elenildo Gomes
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Devocional