O VERDADEIRO JEJUM
Porventura, não é este o jejum que escolhi: que soltes as ligaduras da impiedade, desfaças as ataduras da servidão, deixes livres os oprimidos e despedaces todo jugo? (Is 58.6).

O jejum é uma prática devocional esquecida nesta geração, cujo deus é o ventre. Deleitamo-nos tanto com o sabor do pão da terra que não temos apetite pelo Pão do céu.
Jejum é buscar em primeiro lugar as coisas lá do alto. O apóstolo Paulo diz: Portanto, quer comais, quer bebais ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus (1Co 10.31).
Ora, se comemos para a glória de Deus e jejuamos para a glória de Deus, qual é a diferença entre comer e jejuar?
É que, quando comemos, nós nos alimentamos do pão da terra, símbolo do Pão do céu, mas, quando jejuamos, nós nos alimentamos não do símbolo, mas de Jesus, o próprio Pão da vida.
Jejuar é abster-se daquilo que é bom para buscar o que é melhor. Jejum não é apenas abstinência de alimento; isso é regime para emagrecer. Jejum não é sacrifício, porque Deus quer obediência. Jejum é fome de Deus, saudade do céu.
Muitas pessoas, porém, jejuam para fazer propaganda de sua espiritualidade. Esse jejum hipócrita não tem valor aos olhos de Deus.
O jejum precisa ser discreto, quando se trata de devoção pessoal, e profético, quando se trata de uma volta coletiva a Deus para quebrantamento ou busca por seu socorro.
O profeta Isaías falou sobre o jejum que desemboca em ações práticas de justiça e misericórdia na sociedade. É despedaçar o jugo da opressão; é abandonar a acusação leviana; é repartir o pão com o faminto e acolher os desabrigados. Esse é o jejum que agrada a Deus.
(Gotas de Alegria para a Alma)
BOM DIA!
Por Elenildo Gomes
Porventura, não é este o jejum que escolhi: que soltes as ligaduras da impiedade, desfaças as ataduras da servidão, deixes livres os oprimidos e despedaces todo jugo? (Is 58.6).

O jejum é uma prática devocional esquecida nesta geração, cujo deus é o ventre. Deleitamo-nos tanto com o sabor do pão da terra que não temos apetite pelo Pão do céu.
Jejum é buscar em primeiro lugar as coisas lá do alto. O apóstolo Paulo diz: Portanto, quer comais, quer bebais ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus (1Co 10.31).
Ora, se comemos para a glória de Deus e jejuamos para a glória de Deus, qual é a diferença entre comer e jejuar?
É que, quando comemos, nós nos alimentamos do pão da terra, símbolo do Pão do céu, mas, quando jejuamos, nós nos alimentamos não do símbolo, mas de Jesus, o próprio Pão da vida.
Jejuar é abster-se daquilo que é bom para buscar o que é melhor. Jejum não é apenas abstinência de alimento; isso é regime para emagrecer. Jejum não é sacrifício, porque Deus quer obediência. Jejum é fome de Deus, saudade do céu.
Muitas pessoas, porém, jejuam para fazer propaganda de sua espiritualidade. Esse jejum hipócrita não tem valor aos olhos de Deus.
O jejum precisa ser discreto, quando se trata de devoção pessoal, e profético, quando se trata de uma volta coletiva a Deus para quebrantamento ou busca por seu socorro.
O profeta Isaías falou sobre o jejum que desemboca em ações práticas de justiça e misericórdia na sociedade. É despedaçar o jugo da opressão; é abandonar a acusação leviana; é repartir o pão com o faminto e acolher os desabrigados. Esse é o jejum que agrada a Deus.
(Gotas de Alegria para a Alma)
BOM DIA!
Por Elenildo Gomes
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