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Devocional - 12 de junho de 2022

O PERDÃO, A ABSOLVIÇÃO DA GRAÇA
...Então, lhe disse Jesus: Nem eu tampouco te condeno; vai e não peques mais (Jo 8.11).



A noite se despedia calmamente, e os primeiros lampejos do dia já podiam ser vistos no pátio do templo de Jerusalém.

Jesus estava assentado, ensinando o povo, quando os escribas e fariseus lhe trouxeram uma mulher apanhada em flagrante adultério; queriam saber se ele mandaria apedrejá-la, conforme exigia a lei de Moisés.

A intenção desses fiscais da vida alheia não era zelar pela lei, mas colocar Jesus contra Moisés ou contra o povo. O que Jesus diria?

O Filho de Deus desviou o foco dos acusadores, encurvando-se para escrever com o dedo no chão. Como insistissem na pergunta, Jesus respondeu: Aquele que dentre vós estiver sem pecado seja o primeiro que lhe atire pedra (v. 7).

Acusados pela consciência, retiraram-se do recinto. Jesus, então, perguntou à mulher: Mulher, onde estão aqueles teus acusadores? Ninguém te condenou? (v. 10). A mulher respondeu: Ninguém, Senhor! Então, lhe disse Jesus: Nem eu tampouco te condeno; vai e não peques mais (v. 11).

Jesus não faz vistas grossas ao pecado; ele perdoa o pecador. Ele não veio para condenar, mas para salvar. Nele temos perdão e salvação. A mulher que já estava condenada pelo tribunal da consciência, sentenciada pelo tribunal da lei e exposta ao vexame público pelo tribunal dos religiosos é absolvida no tribunal da graça.

No tribunal humano, até os inocentes são tidos como culpados, mas, no tribunal da graça, até os pecadores que estão em Cristo são justificados.

(Gotas de Alegria para a Alma)

BOM DIA!

Por Elenildo Gomes

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