UMA PAZ QUE COEXISTE COM A DOR
Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como a dá o mundo... (Jo 14.27).

O mundo parece um barril de pólvora. A aparente paz entre as nações esconde uma tensão constante nos bastidores.
As pessoas andam aflitas, perturbadas, com temores por dentro e pressões por fora. Procuram a paz nos calmantes, nas drogas, nas meditações transcendentais, mas não encontram alívio para a alma.
Volte seus olhos ao passado e imagine a cidade de Jerusalém nos dias de Jesus. Estava alvoroçada. Os escribas e sacerdotes tramavam nas caladas da noite a morte de Jesus. Nos corredores do Sinédrio, havia uma orquestração para prender Jesus.
Judas Iscariotes já havia assentado no coração o propósito de traí-lo por dinheiro. Pedro o negaria por medo. Os sacerdotes o entregariam por inveja. Pilatos o sentenciaria à morte por conveniência.
É nesse clima de tensão que Jesus diz a seus discípulos: Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou.
Num mundo empapuçado de dor e revolta, carimbado pelo desespero e inquietude, Jesus oferece a seu povo uma paz verdadeira, aquela que excede todo o entendimento. Não uma paz postiça, plástica e sem concretude, mas uma paz profunda, real e gloriosa.
A paz de Jesus não é paz de cemitério. Não é ausência de problemas ou mera presença de coisas boas. Essa paz coexiste com a dor, é temperada com as lágrimas e sobrevive diante das tormentas.
A paz de Cristo é âncora firme na tempestade; é fundamento sólido nos abalos sísmicos da vida. A paz de Cristo é nosso refúgio no temporal. Você tem experimentado essa paz?
(Gotas de Alegria para a Alma)
BOM DIA!
Por Elenildo Gomes
Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como a dá o mundo... (Jo 14.27).

O mundo parece um barril de pólvora. A aparente paz entre as nações esconde uma tensão constante nos bastidores.
As pessoas andam aflitas, perturbadas, com temores por dentro e pressões por fora. Procuram a paz nos calmantes, nas drogas, nas meditações transcendentais, mas não encontram alívio para a alma.
Volte seus olhos ao passado e imagine a cidade de Jerusalém nos dias de Jesus. Estava alvoroçada. Os escribas e sacerdotes tramavam nas caladas da noite a morte de Jesus. Nos corredores do Sinédrio, havia uma orquestração para prender Jesus.
Judas Iscariotes já havia assentado no coração o propósito de traí-lo por dinheiro. Pedro o negaria por medo. Os sacerdotes o entregariam por inveja. Pilatos o sentenciaria à morte por conveniência.
É nesse clima de tensão que Jesus diz a seus discípulos: Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou.
Num mundo empapuçado de dor e revolta, carimbado pelo desespero e inquietude, Jesus oferece a seu povo uma paz verdadeira, aquela que excede todo o entendimento. Não uma paz postiça, plástica e sem concretude, mas uma paz profunda, real e gloriosa.
A paz de Jesus não é paz de cemitério. Não é ausência de problemas ou mera presença de coisas boas. Essa paz coexiste com a dor, é temperada com as lágrimas e sobrevive diante das tormentas.
A paz de Cristo é âncora firme na tempestade; é fundamento sólido nos abalos sísmicos da vida. A paz de Cristo é nosso refúgio no temporal. Você tem experimentado essa paz?
(Gotas de Alegria para a Alma)
BOM DIA!
Por Elenildo Gomes
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Devocional