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Devocional - 06 de agosto de 2022

MALEDICÊNCIA, UM HÁBITO PERIGOSO
Despojando-vos, portanto, de toda maldade e dolo, de hipocrisias e invejas e de toda sorte de maledicências (1Pe 2.1).



Maledicência é falar mal dos outros. É denegrir a imagem das pessoas. É assacar contra elas libelos acusatórios e macular sua honra. É a forma mais vil de auto-exaltação.

O maledicente tem um prazer mórbido em desconstruir a imagem das pessoas. Tem uma atração irresistível por ferir com a espada da língua o seu próximo.

A maledicência é um vício maldito e um hábito perigoso. Provoca intrigas e gera morte. A língua é fonte de vida ou cova de morte.

É árvore frutífera que alimenta ou espinheiro que fere; é medicina que cura ou veneno que mata.

É fonte de vida ou fogo destruidor. Como o leme de um navio, pode conduzir você em segurança pelos mares encapelados da vida ou lançá-lo sobre os rochedos das intrigas.

A língua é como uma fagulha que incendeia toda uma floresta. Fazer um comentário maledicente é como jogar um saco de penas do alto de uma montanha.

É impossível recolhê-las. O maledicente espalha contendas entre os irmãos, e esse é o pecado que Deus mais abomina.

Há muitas pessoas prisioneiras da língua solta. Há muitos relacionamentos quebrados e muitos lares feridos por causa da maledicência.

A Bíblia fala de Doegue, o fofoqueiro, o homem que incitou o rei Saul a cometer uma chacina na cidade de Nobe.

Quem domina a língua domina, também, todo o corpo. Quem refreia a língua abre largas avenidas para uma vida feliz.

Nossas palavras precisam ser verdadeiras, boas e proveitosas, transmitindo graça aos que as ouvem. Nossas palavras precisam glorificar a Deus e edificar o próximo.

(Gotas de Alegria para a Alma)

BOM DIA!

Por Elenildo Gomes

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