NUMEROLATRIA E NUMEROFOBIA
...Enquanto isso, acrescentava-lhes o Senhor, dia a dia, os que iam sendo salvos (At 2.47).

Rick Warren, conhecido escritor americano, fala em seu livro Uma igreja com propósitos sobre uma pergunta errada: “O que devo fazer para a igreja crescer?” e também sobre uma pergunta certa: “O que está impedindo a igreja de crescer?” A igreja é um organismo vivo, o corpo de Cristo.
Consequentemente, precisa crescer em graça e em números. Com respeito ao crescimento da igreja, devemos evitar dois extremos. O primeiro deles é a numerolatria, a idolatria dos números.
O crescimento da igreja precisa ser saudável, e não a qualquer custo. Não podemos mudar a mensagem do evangelho para torná-la mais palatável.
Muitas igrejas, no afã de crescerem, fazem uma pesquisa de mercado para identificar o que o povo gosta de ouvir, ou seja, o que dá ibope.
Pregam o que o povo quer ouvir, e não o que o povo precisa ouvir. Pregam para agradar, e não para levar ao arrependimento. Pregam para entreter, e não para converter.
Enchem os templos de pessoas vazias de Deus e desprovidas da mensagem da salvação. Esse tipo de crescimento não expressa o crescimento saudável da igreja. Jesus não quer fãs, mas discípulos.
O segundo extremo perigoso é a numerofobia, o medo dos números. Não podemos nos esconder atrás de desculpas infundadas, dizendo que Deus se importa apenas com qualidade, e não com quantidade.
Não há qualidade estéril. A igreja precisa crescer em graça e em números. Qualidade gera quantidade.
(Gotas de Alegria para a Alma)
BOM DIA!
Por Elenildo Gomes
...Enquanto isso, acrescentava-lhes o Senhor, dia a dia, os que iam sendo salvos (At 2.47).

Rick Warren, conhecido escritor americano, fala em seu livro Uma igreja com propósitos sobre uma pergunta errada: “O que devo fazer para a igreja crescer?” e também sobre uma pergunta certa: “O que está impedindo a igreja de crescer?” A igreja é um organismo vivo, o corpo de Cristo.
Consequentemente, precisa crescer em graça e em números. Com respeito ao crescimento da igreja, devemos evitar dois extremos. O primeiro deles é a numerolatria, a idolatria dos números.
O crescimento da igreja precisa ser saudável, e não a qualquer custo. Não podemos mudar a mensagem do evangelho para torná-la mais palatável.
Muitas igrejas, no afã de crescerem, fazem uma pesquisa de mercado para identificar o que o povo gosta de ouvir, ou seja, o que dá ibope.
Pregam o que o povo quer ouvir, e não o que o povo precisa ouvir. Pregam para agradar, e não para levar ao arrependimento. Pregam para entreter, e não para converter.
Enchem os templos de pessoas vazias de Deus e desprovidas da mensagem da salvação. Esse tipo de crescimento não expressa o crescimento saudável da igreja. Jesus não quer fãs, mas discípulos.
O segundo extremo perigoso é a numerofobia, o medo dos números. Não podemos nos esconder atrás de desculpas infundadas, dizendo que Deus se importa apenas com qualidade, e não com quantidade.
Não há qualidade estéril. A igreja precisa crescer em graça e em números. Qualidade gera quantidade.
(Gotas de Alegria para a Alma)
BOM DIA!
Por Elenildo Gomes
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Devocional