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Devocional - 22 de outubro de 2022

JEJUM, FOME DO PÃO DO CÉU
Tu, porém, quando jejuares, unge a cabeça e lava o rosto, com o fim de não parecer aos homens que jejuas, e sim ao teu Pai, em secreto; 
e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará (Mt 6.17,18).



Numa geração cujo deus é o ventre (Fp 3.19), falar em jejum parece um despropósito. Estamos tão acostumados com o sabor do pão da terra que nos esquecemos do sabor do Pão do céu.

Estamos tão enamorados com este mundo que não temos saudade do céu. Abastecemo-nos de tal maneira com os manjares deste mundo que não temos apetite pelas iguarias da mesa de Deus. Jejum não é regime para emagrecer.

Jejum não é penitência. Jejum não é sacrifício. Jejum é fome de Deus, saudade do céu, apetite pelas coisas do alto. Jejum é anseio por Deus, mais do que pelas bênçãos de Deus.

Jejum é o banquete da alma. O povo de Deus jejuou tanto no Antigo como no Novo Testamento. Os períodos áureos da história da igreja foram marcados pelo jejum.

Os profetas, os reis, os apóstolos, os pais da igreja, os reformadores e os avivalistas jejuaram. O jejum é um exercício espiritual importante para nos humilharmos diante de Deus e buscarmos o revestimento de poder.

Jesus disse que não só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que procede da boca de Deus (Mt 4.4). Devemos ter um gosto mais apurado pelo Pão do céu do que pelo pão da terra.

Jejum é fome do Pão do céu. Quando nos alimentamos, nutrimos nosso corpo com o pão da terra, símbolo do Pão do céu, mas quando jejuamos, nutrimos nossa alma, não com o símbolo, mas com o próprio Pão do céu.

(Gotas de Alegria para a Alma)

BOM DIA!

Por Elenildo Gomes

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